“Bota camisinha, bota, meu amor”

Posted on junho 6, 2009 por

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Antes era usada como forma de planejar o crescimento da família, hoje, camisinhaalém desta função, também protege o casal de contrair desagradáveis e perigosas doenças, então, por que que muitos ainda resistem ao uso da camisinha?

De acordo cam a UNADIS, a maioria dos jovens sexualmente ativos só usam camisinha como prevenção a gravidez e não às DSTs. Dos que não usam ouviram-se as mesmas ‘desculpas’ de sempre, e pensando nelas, as fabricantes de preservativo masculino inovam sempre buscando uma forma de atende-los. Veja qual camisinha usar ou pedir para cada ‘motivo’.

 

Tamanho – sobra e fica saindo; muito apertada; etc.Camisinha GG

Camisinha TeenOs preservativos masculinos possuem tamanho PMG que cabem na maioria dos homens, pois o látex, material da qual é feita a camisinha, é resistente e elástico, então cabem nos ‘medianos’ ou ‘normais’, mas existem também as camisinhas ‘teen’ que são para adolescentes e que podem ser usadas por homens desprovidos de um instrumento ‘na medida’, e a GG, para os super-dotados, então essa não cola mais.

 

 

Alergia – a látex ou lubrificante (homens e mulheres)lubrificante anti alérgico

camisinha femininaPara aqueles que dizem ter alergia ao látex da camisinha ou ao lubrificante, também já podem desistir de usarem isso como desculpa porque, em primeiro lugar,  apenas 8% da população mundial apresentou hipersensibilidade ao latéx, e menos de 1% possuem essa alergia no Brasil, e poucas são alérgicas aos componentes do lubrificante (segundo OMS), ou seja, as chances de você estar dizendo a verdade são poucas, porém, se for verdade a alergia ao látex,  existem camisinhas feitas de poluiretano, como as femininas, e para quem é alérgico ao lubrificante, existem as camisinhas sem lubrificante e lubrificantes anti-alérgicos. Essa já não cola mais também…

  

Perda da Sensibilidade

camisinha extra finoPara aqueles que dizem que transar de camisinha é igual a” chupar bala com papel” foi inventada a camisinha ultra-fina, são lisos, com lubrificante e super finas, ou seja, permitem maior sensibilidade, e tem até mesmo as ultra-finas sem lubrificantes ideiais para o sexo oral. Mais uma desculpa esfarrapada ao chão…

 

 

Perda da ereção com a camisinha

Isso não passa de uma resistência psicológica ao uso da camisinha e à mudança de foco na relação sexual, para resolver isso basta pedir ajuda a parceira na hora da colocação da camisinha, peça-a que continue com os estímulos durante a colocação.

 

Para esses que reclamam que perdem a concentração ou não veem atrativos na camisinha (não era para ser um ‘atrativo’ e sim para proteção, enfim…), foram criados diversos tipos especiais para agradar ao exigente público. Agora existem as Texturizadas, Coloridas, Aromáticas, Hot, com espermicida, que retardam a ejaculação, com ranhuras para mais prazer nas mulheres (bom para quem tem o pênis fino) e até com anel vibrador!

Confira as especiais.

 

camisinha com relevo em bolinhas

                                                                                                                                     ponto larga

-> A textura em relevo de bolinhas é uma boa para quem tem pênis fino

             A ponta mais larga permite que o pênis fique mais solto… ->

 

O espermicida ajuda a ‘matar’

 os espermas no caso da camisinha estourar com espermicida

                                                                                                                                                                               HOT                                                                                                                sabor tutti frutti       

         -> Para esquentar literalmente a relação…

   Ou para dar mais ‘sabor’…               ->                     

 

 

 

 

prazer_prolongado_dp[1]

 

< – Esta promete que a ereção dure por mais tempo…

anel_vibrador

 

 E está promete enloquecer as mulheres, ou melhor, fazer elas vibrarem! ->

 

 

Consulta

 

Mudando o foco, porém, ainda ligando os pontos…agora que não existem mais ‘desculpas’ para NÃO usar a camisinha, veja o por quê de você TER que usá-la – ou exigir que usem-na.

Aviso:  Contém fotos de órgãos genitais com a doença.

Não vou nem tocar na questão anticoncepcional, falaremos sobre as DSTs, você sabe o que significa a sigla, Doenças Sexualmente Transmissíveis, mas você conhece essas doenças e o que elas causam em você?! Se sim ou não, falaremos de cada uma delas do mesmo jeito.

HIV/AIDS – essa todos conhecem, existem milhares de campanhas e ações para prevenirem-na e até mesmo o foco do uso da camisinha está nela.

Síndrome (uma variedade de sintomas e manifestações) causado pela infecção crônica do organismo humano pelo vírus HIV (Human Immunodeficiency Virus). O vírus compromete o funcionamento do sistema imunológico humano, impedindo-o de executar sua tarefa adequadamente, que é a de protegê-lo contra as agressões externas (por bactérias, outros vírus, parasitas e mesmo por celulas cancerígenas).

Com a progressiva lesão do sistema imunológico o organismo humano se torna cada vez mais susceptível a determinadas infecções e tumores, conhecidas como doenças oportunísticas, que acabam por levar o doente à morte.

A fase aguda (após 1 a 4 semanas da exposição e contaminação) da infecção manifesta-se em geral como um quadro gripal (febre, mal estar e dores no corpo) que pode estar acompanhada de manchas vermelhas pelo corpo e adenopatia (íngua) generalizada (em diferentes locais do organismo). A fase aguda dura, em geral, de 1 a 2 semanas e pode ser confundida com outras viroses (gripe, mononucleose etc) bem como pode também passar desapercebida.

Os sintomas da fase aguda são portanto inespecíficos e comuns a várias doenças, não permitindo por si só o diagnóstico de infecção pelo HIV, o qual somente pode ser confirmado pelo teste anti-HIV, o qual deve ser feito após 90 dias (3 meses) da data da exposição ou provável contaminação.

Sinônimos – SIDA, Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, HIV-doença.

Complicações/Consequências – Doenças oportunísticas, como a tuberculose miliar e determinadas pneumonias, alguns tipos de tumores, como certos linfomas e o Sarcoma de Kaposi. Distúrbios neurológicos.

Transmissão – Sangue e líquidos grosseiramente contaminados por sangue, sêmem, secreções vaginais e leite materno. Pode ocorrer transmissão no sexo vaginal, oral e anal.
Os beijos sociais (beijo seco, de boca fechada) são seguros (risco zero) quanto a transmissão do vírus, mesmo que uma das pessoas seja portadora do HIV. O mesmo se pode dizer de apertos de mão e abraços.Os beijos de boca aberta (língua) são considerados de baixo risco quanto a uma possível transmissão do HIV, mas não é nulo, se a pessoa estiver com feridas (herpes labial, sapinho, gengivite, etc) e beijar um portador do HIV corre o risco de contaminar-se.

Período de Incubação – De 3 a 10 (ou mais) anos entre a contaminação e o aparecimento de sintomas sugestivos de AIDS.

Tratamento – Existem drogas que inibem a replicação do HIV, que devem ser usadas associadas, mas ainda não se pode falar em cura da AIDS.
As doenças oportunísticas são, em sua maioria tratáveis, mas há necessidade de uso contínuo de medicações para o controle dessas manifestações.

 

Hepatite B – Infecção das células hepáticas pelo HBV (Hepatitis B Virus) que se exterioriza por um espectro de síndromes que vão desde a infecção inaparente e subclínica até a rapidamente progressiva e fatal.
Os sintomas, quando presentes, são : falta de apetite, febre, náuseas, vômitos, astenia, diarréia, dores articulares, icterícia (amarelamento da pele e mucosas) entre os mais comuns.

Sinônimos – Hepatite sérica.

Complicações/Consequências – Hepatite crônica, Cirrose hepática, Câncer do fígado (Hepatocarcinoma), além de formas agudas severas com coma hepático e óbito.

Transmissão – Através da solução de continuidade da pele e mucosas. Relações sexuais. Materiais ou instrumentos contaminados: Seringas, agulhas, perfuração de orelha, tatuagens, procedimentos odontológicos ou cirúrgicos, procedimentos de manicure ou pedicure etc. Transfusão de sangue e derivados. Transmissão vertical : da mãe portadora para o recém-nascido, durante o parto (parto normal ou cesariana). O portador crônico pode ser infectante pelo resto da vida.

Período de Incubação – 30 à 180 dias (em média 75 dias).

Tratamento – Não há medicamento para combater diretamente o agente da doença, tratam-se apenas os sintomas e as complicações.

Condiloma Acuminado HPV– Infecção causada por um grupo de vírus (HPV – Human Papilloma Viruses) que HPV Hdeterminam lesões papilares (elevações da pele) as quais, ao se fundirem, formam massas vegetantes de tamanhos variáveis, com aspecto de couve-flor (verrugas). Os locais mais comuns do aparecimento destas lesões são a glande, o prepúcio e o meato uretral no homem e a vulva, o períneo, a vagina e o colo do útero na mulher. Em ambos os sexos pode ocorrer no ânus e reto, não necessariamente relacionado com o coito anal.
Com alguma frequência a lesão é pequena, de difícil visualização à vista desarmada, mas na grande maioria das vezes a infecção é assintomática ou inaparente (sem nenhuma manifestação detectável pelo paciente).

Sinônimos – Jacaré, jacaré de crista, crista de galo, verruga genital.

Complicações/Consequências – Câncer do colo do útero e vulva e, mais raramente, câncer do pênis e também do ânus.

Transmissão – Contacto sexual íntimo (vaginal, anal e oral). Mesmo que não ocorra penetração vaginal ou anal o virus pode ser transmitido.
O recém-nascido pode ser infectado pela mãe doente, durante o parto.
Pode ocorrer também, embora mais raramente, contaminação por outras vias (fômites) que não a sexual : em banheiros, saunas, instrumental ginecológico, uso comum de roupas íntimas, toalhas etc.

Período de Incubação – Semanas a anos. (Como não é conhecido o tempo que o virus pode permanecer no estado latente e quais os fatores que desencadeiam o aparecimento das lesões, não é possível estabelecer o intervalor mínimo entre a contaminação e o desenvolvimento das lesões, que pode ser de algumas semanas até anos ou décadas).

Tratamento – O tratamento visa a remoção das lesões (verrugas, condilomas e lesões do colo uterino).
Os tratamentos disponíveis são locais (cirúrgicos, quimioterápicos, cauterizações etc). As recidivas (retorno da doença) podem ocorrer e são freqüentes, mesmo com o tratamento adequado.
Eventualmente, as lesões desaparecem espontaneamente.
Não existe ainda um medicamento que erradique o virus, mas a cura da infecção pode ocorrer por ação dos mecanismos de defesa do organismo.
Já existem vacinas para proteção contra alguns tipos específicos do HPV, estando as mesmas indicadas para pessoas não contaminadas.

Gonorréia – Doença infecto-contagiosa que se caracteriza pela presença de abundante secreção purulenta Gono M(corrimento) pela uretra no homem e vagina e/ou uretra na mulher. Este quadro frequentemente é precedido por prurido (coceira) na uretra e disúria (ardência miccional). Em alguns casos podem ocorrer sintomas gerais, como a febre. Nas mulheres os sintomas são mais brandos ou podem estar ausentes (maioria dos casos).

Sinônimos – Uretrite Gonocócica, Blenorragia, Fogagem.

Complicações/Consequências – Abôrto espontâneo, natimorto, parto prematuro, baixo peso, endometrite pós-parto. Doença Inflamatória Pélvica. Infertilidade. Epididimite. Prostatite. Pielonefrite. Meningite. Miocardite. Gravidez ectópica. Septicemia, Infecção ocular (ver foto abaixo) , Pneumonia e Otite média do recém-nascido. Artrite aguda etc. Assim como a infecção por clam&iacutedia, é uma das principais causas infecciosas de infertilidade feminina.

Transmissão – Relação sexual. O risco de transmissão é superior a 90%, isto é, ao se ter um relacionamento sexual com um(a) parceiro(a) doente, o risco de contaminar-se é de cerca de 90%. O fato de não haver sintomas (caso da maioria das mulheres contaminadas), não afeta a transmissibilidade da doença.

Período de Incubação – 2 a 10 dias.

Tratamento – Antibióticos.

Sífilis – Doença infecto-contagiosa sistêmica (acomete todo o organismo), que evolui de forma crônica (lenta) e que sifilisHtem períodos de acutização (manifesta-se agudamente) e períodos de latência (sem manifestações). Pode comprometer múltiplos órgãos (pele, olhos, ossos, sistema cardiovascular, sistema nervoso). De acordo com algumas características de sua evolução a sífilis divide-se em Primária, Secundária, Latente e Terciária ou Tardia. Quando transmitida da mãe para o feto é chamada de Sífilis Congênita.

Sinônimos – Cancro duro, Cancro sifilítico, Lues.

Período de Incubação: 1 semana a 3 meses, mas em geral de 1 a 3 semanas já aparecem os sintomas.

Complicações/Consequências – Abôrto espontâneo, natimorto, parto prematuro, baixo peso, endometrite pós-parto. Infecções peri e neonatal. Sífilis Congênita. Neurossífilis. Sífilis Cardiovascular.

Transmissão – Relação sexual (vaginal anal e oral), transfusão de sangue contaminado, transplacentária (a partir do quarto mês de gestação). Eventualmente através de fômites.

Tratamento – Medicamentoso. Com cura completa, se tratada precoce e adequadamente.

cancro mole

Cancro Mole – Ulceração (ferida) dolorosa, com a base mole, hiperemiada (avermelhada), com fundo purulento e de forma irregular que compromete principalmente a genitália externa mas pode comprometer também o ânus e mais raramente os lábios, a boca, língua e garganta. Estas feridas são muito contagiosas, auto-inoculáveis e portanto, frequentemente múltiplas. Em alguns pacientes, geralmente do sexo masculino, pode ocorrer infartamento ganglionar na região inguino-crural (inchação na virilha). Não é rara a associação do cancro mole e o cancro duro (sífilis primária).

Sinônimos – Cancróide, cancro venéreo simples, “cavalo”.

Complicações/Consequências – Não tem. Tratado adequadamente, tem cura completa.

Transmissão – Somente por relação sexual.

Período de Incubação – 2 à 5 dias.

Tratamento – Antibióticos.

Herpes Simples Genital ou  Herper Genital – Infecção recorrente (vem, melhora e volta) causadas por um grupoherpesM de vírus que determinam lesões genitais vesiculares (em forma de pequenas bolhas) agrupadas que, em 4-5 dias, sofrem erosão (ferida) seguida de cicatrização espontânea do tecido afetado. As lesões com frequência são muito dolorosas e precedidas por eritema (vermelhidão) local. A primeira crise é, em geral, mais intensa e demorada que as subsequentes. O caráter recorrente da infecção é aleatório (não tem prazo certo) podendo ocorrer após semanas, meses ou até anos da crise anterior. As crises podem ser desencadeadas por fatores tais como stress emocional, exposição ao sol, febre, baixa da imunidade etc.

A pessoa pode estar contaminada pelo virus e não apresentar ou nunca ter apresentado sintomas e, mesmo assim, transmití-lo a(ao) parceira(o) numa relação sexual.

Complicações/Consequências – Abôrto espontâneo, natimorto, parto prematuro, baixo peso, endometrite pós-parto. Infecções peri e neonatais. Vulvite. Vaginite. Cervicite. Ulcerações genitais. Proctite. Complicações neurológicas etc.

Transmissão – Frequentemente pela relação sexual. Da mãe doente para o recém-nascido na hora do parto.

Período de Incubação – 1 a 26 dias. Indeterminado se se levar em conta a existência de portadores em estado de latência (sem manifestações) que podem, a qualquer momento, manifestar a doença.

Tratamento – Não existe ainda tratamento eficaz quanto a cura da doença. O tratamento tem por objetivo diminuir as manifestações da doença ou aumentar o intervalo entre as crises.

Alguns números de contaminados no Brasil

Sífilis: 937.000
Gonorréia: 1.541.800campanha
Clamídia: 1.967.200
Herpes genital: 640.900
HPV: 685.400
AIDS: 192.709 óbitos (1980-2006)

Fonte: PN-DST/AIDS, 2003.

Outras DSTs:

Linfogranuloma Venéreo
Granuloma Inguinal
Pediculose do púbis
Infecção por clamídia
Infecção por trichomonas
Infecção por ureaplasma
Infecção por gardnerella
Molusco Contagioso

Fonte

 

De acordo com a UNADIS, apesar de novas contaminações terem tido uma queda, as mulheres que possuem relacionamento heterossexual monogâmico, fazem parte da maior parcela de novas contaminações, se após tudo que foi exposto aqui  ainda não se convenceram a exigirem aos namorados e maridos o uso da camisinha, ou pelo menos a usarem a camisinha feminina, veja o qucomentam sobre as estatísticas da HIV/AIDS no mundo e Brasil em relação às mulheres.

Já há alguns anos o modo de contaminação responsável pela maioria das novas contaminações é a transmissão heterosexual, sendo as mulheres as mais acometidas em número.” (BBC Brasil)

Muitas não se vêem correndo risco, pois estão casadas ou em uma relação estável. O mito do amor romântico está presente e o tema infidelidade é muito difícil de ser digerido. Para muitas, o amor supre a necessidade de sexo e mesmo que não mantenham uma atividade sexual freqüente, não acreditam que possam correr risco. Por outro lado, o número de homens que busca aventuras sexuais extraconjugais freqüentes está demonstrado na proporção de crescimento de mulheres contaminadas.” (Por que as mulheres contaminam-se cada vez mais? por Arlete Gavranic – Psicóloga, Mestre em Educação; Educadora e Terapeuta sexual)

Muitas acabam contaminando-se pela dificuldade de negociar o uso do preservativo com o parceiro. Isso pode acontecer porque o parceiro é intransigente, autoritário; ou porque essa mulher tem uma auto-estima e auto-confiança frágil, o que a impede de ser assertiva e impor a necessidade do preservativo. Isso acontece por medo de ser abandonada ou desvalorizada. Se esse parceiro valer a pena e gostar de você de verdade, ele não vai se negar a usar preservativo.” (Por que as mulheres contaminam-se cada vez mais? por Arlete Gavranic – Psicóloga, Mestre em Educação; Educadora e Terapeuta sexual)

Muitas utilizam preservativo no início do relacionamento, mas depois de dois ou três meses, acham que essa relação ganhou caráter de estável e aí abrem mão. A maioria não pede ao parceiro que faça um teste de AIDS para saber se ele não possui o vírus. Ela também deve fazer o teste.” (Por que as mulheres contaminam-se cada vez mais? por Arlete Gavranic – Psicóloga, Mestre em Educação; Educadora e Terapeuta sexual).

 

Então fica a pergunta:

Para que arriscar toda uma vida sexual saudável, e até mesmo a vida de seus futuros filhos, por uma única relação sexual sem camisinha?
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 EXIJA CAMISINHA!

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Posted in: Saúde, Sexologia